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Madeleine Peyroux

A cantora americana retorna ao Brasil para divulgar “Anthem”,

o mais ambicioso álbum de sua bem-sucedida trajetória musical,

e também mostrar vários de seus maiores sucessos

 

Pré Venda para Sócio Ouro Clube shows para Porto Alegre, Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro se inicia dia 04 de junho as 10:00 e vai ate dia 06 de junho as 10:00 quando abre a venda ao publico. 

Pré Venda para Sócio Ouro Clube shows para Belo Horizonte se inicia dia 05 de junho as 10:00 e vai ate dia 07 de junho as 10:00 quando abre a venda ao publico. 

 

Nove álbuns e 23 anos desde a sua estreia discográfica, a cantora e compositora americana Madeleine Peyroux continua a desafiar os limites do jazz, aventurando-se nos campos férteis da música contemporânea com uma curiosidade contínua que a faz flertar com vários gêneros musicais de forma criativa e inspirada. Sua fusão de jazz, blues, folk, soul-funk e pop reflete uma personalidade incomum e cativante.

Madeleine Peyroux volta ao Brasil em setembro deste ano para se apresentar com sua talentosa banda,  em Porto Alegre no dia 12 (Auditório Araújo Viana), Curitiba no dia 13 (Teatro Guaíra), São Paulo no dia 14 (Tom Brasil), Belo Horizonte no dia 20 (Palácio das Artes) e Rio de Janeiro nos dias 21 e 22 de setembro (Theatro Municipal).

A turnê inclui algumas das canções mais populares de seu repertório durante essas mais de duas décadas na estrada, e também divulga o seu mais recente álbum, “Anthem”, o nono lançado por ela.

“Anthem” surgiu de um descompromissado encontro ocorrido em agosto de 2016 e promovido pelo produtor que a ajudou a atingir o estrelato, Larry Klein, conhecido por seus trabalhos com Joni Mitchell, Herbie Hancock e Tracy Chapman, entre outros.

“Ele (Larry) estava reunindo um grupo de compositores num estúdio, e como estava em Los Angeles perguntou se eu poderia participar. Aí, fomos ao estúdio do pianista Patrick Warren e ficamos lá alguns dias trocando ideias sobre músicas que eu poderia cantar. Após três ou quatro destes encontros, disse a ele: Sabe Larry, temos algumas músicas muito boas. Acho que deveríamos gravar um álbum”.

“Anthem” é o resultado do encontro com os compositores / músicos Patrick Warren (Bob Dylan, Bruce Springsteen, Lana Del Rey, The Red Hot Chili Peppers), Brian MacLeod (Leonard Cohen, Tina Turner, Ziggy Marley) e David Baerwald (Joni Mitchell, Sheryl Crow), que também são os músicos que gravaram com ela este CD, além de Larry Klein.

Juntos, lançam um olhar sóbrio, poético e, às vezes, filosófico sobre o estado atual do mundo. “Anthem” é o maior projeto até hoje de Peyroux, com ela investindo vários meses de envolvimento prático no estúdio, explorando sons processados e edição no pós-rastreamento.

A faixa-título, “Anthem”, é de autoria do saudoso cantor, compositor e escritor canadense Leonard Cohen, um dos artistas favoritos de Madeleine, que já gravou outras duas composições dele antes e sempre apresenta pelo menos uma música de autoria de Cohen em seus shows.

Biografia

Quando Madeleine Peyroux começou a se apresentar nas ruas de Paris como cantora e guitarrista aos 16 anos de idade, ela não tinha nenhum plano definido para sua vida e jamais poderia imaginar que sua jornada extraordinária se tornaria uma das mais atraentes da indústria musical.

Ela nasceu em Athens, Geórgia, no dia 19 de abril de 1974, e foi criada em Nova York e na Califórnia. Com a separação dos pais, mudou-se com a mãe para a França aos 13 anos de idade, e foi por lá que sua paixão pela música, especialmente pelo jazz, aflorou de vez.

Descoberta pelo produtor da Atlantic Records, Yves Beauvais lançou em 1996 seu trabalho de estreia, “Dreamland”, que teve repercussão imediata ao redor do mundo. Após muita batalha, em um período durante o qual conseguiu superar diversos problemas pessoais, voltou à cena com tudo.

“Careless Love” (2004), seu segundo álbum, produzido por Larry Klein, a colocou no lugar merecido, entre as novas divas do jazz moderno. Seu estilo de interpretação a levou a ser comparada com ninguém menos do que Billie Holiday, uma de suas principais influências.

A partir do terceiro álbum, “Half The Perfect World” (2006), firmou-se de vez como artista de ponta do cenário jazzístico, sempre aberta a elementos de outras sonoridades, como o folk, o soul-funk e o pop, sem, no entanto, perder sua elegante sofisticação.